domingo, 7 de setembro de 2008

Coração sangrado


Consagro meu coração alado

Chamo de sem cuidado

Almeja tanta felicidade

Esquece que pode ser roubado

Por alguém que não tem nenhum pudor

Detonando assim um precioso amor

Criado aqui dentro com tanto carinho

Feito com esmero e jeitinho de carinhar

Mas esse coração sem juízo

Sai por aí indeciso a procura de outro bem

Depara com ladrão afoito

E sem nenhum jeito

Pisa maltrata põe defeito

Dilacera o coração de amor

Sofre este então calado

Com lágrimas de sangue jogado

Definha derroga circunstância

E cai diante de ruas estreitas

E morre sem chance de ser aceito

Por alguém que como ele, só queria ter o amor-perfeito


Cláudia Aparecida Franco de Oliveira

Recreio dos Bandeirantes

Rio de janeiro

10 De setembro de 2008

13 Horas 54 min.

sábado, 6 de setembro de 2008

Estou amando você

Este meu coração apaixonado

Tem com você o maior cuidado

Brinda de amar e ser feliz

Aloja na alma de aprendiz

Aflora no simples olhar para você

Alegra com teu sorriso de prazer

Faz festa quando vê você chegar

Anima com a tua presença e traz o bem-estar

Este meu coração apaixonado

Tem por você um carinho confortável

De um amor mesmo que distante

Um Anjo Negro que hoje é meu amado amante...


Cláudia Aparecida Franco de Oliveira

Recreio dos Bandeirantes

Rio de Janeiro

01 de setembro de 2008

Das cinzas a tristeza


Coração ferido faz renascer das cinzas a tristeza,

mas a vida cheia de altos e baixos,

assim foi meu amor por você,

quando penso estar tudo certo o acso me mostra o descaso,

então o coração esponja,

suga toda incerteza e explode na agonia de desejar o Adeus.

Cerra agora a vaga visão do horizonte,

cega mãos, procura tanteando a escuridão.

O brilho que luz deslilava a tão amada visão virtual cessa,

dando lugar a fria vontade de não amanhecer, de não olhar, de não entender.

De não querer o sobreviver.

E de pensar na cálida mão fria e no toque da partida!


Cláudia Aparecida Franco de Oliveira

Recreio dos Bandeirante

Rio de Janeiro 19:26 min


Esse poema foi pensando em você!

terça-feira, 29 de julho de 2008

Um corpo


Um corpo docente

Uma vida demente

Um monte de adeus

Uma estrada vazia

Mãos sem vida

Um olhar que não é meu

Liberdade dos sonhos

Nem sempre risonhos

Nuvem negra do apogeu

Flagelada noite,

Dias e acoites

De alguém que se perdeu

Vida, após vida

Demente, instiga

O ar que não é teu

Famigerada, segue

Em busca do nada

Alimenta, liberta o sol do adeus.

Onde mora piedade?

Que nega invade

Negra alma, se perdeu

Em montes lactentes

Como lava vulcânica

Explode em lágrimas

Calado grito teu!

Onde mora esperança?

Donde estão sonhos de criança?

Resulta o nada, do nada que é teu

Cálida simples, sincera

Lamenta, e com forças espera

O espaço no infinito, seu...

Olha, horizonte do nada

E em nada, fecha a porta do que não é teu...


Cláudia Aparecida Franco de Oliveira

Recreio dos Bandeirantes

Rio de Janeiro


quarta-feira, 23 de julho de 2008

Cala-te alma


Diante de tanta tristeza

Sensível perde a beleza

O brilho, a cor

Ronda noites sem fim

Procura pedaços de mim

Olhos vagam o horizonte

Confundem-se com gotas que embaçam

A visão do corpo docente,

Alma, triste alma

Cala-te em nervos terrenos

Dissolve cálice em veneno

De vasta solidão do ser

Vaga entre ruelas escuras

Como se fosse tua

Palha deixada em um canto

Alma triste, solitária alma...

O medo detona a razão,

Com mãos nuas busca

O nada, do nada em vão

Cala-te alma o segredo

Deixa-te o ser sem perdão

Com olhos banhado em lágrimas

Alma se perde na escuridão

Cala-te alma...cala-te!


Texto com som:http://www.lindamulher.prosaeverso.net/visualizar.php?idt=1094744Cláudia Aparecida Franco de Oliveira Recreio dos Bandeirantes Rio de Janeiro 00:01hs

sábado, 12 de julho de 2008

Solitária alma


Precipita ao vento

Lágrimas de cristal

Paira em pensamento

Destinada ao normal

Linha e desalinha

Fragmentada ilusão

Contorce pela vida

Alma em solidão

Estagnada alma

Inerte com o coração

Imperceptível respirar

Os alvéolos de seu pulmão

Deflagrada segue

Em busca de de si

Alucinada sensação

Alma, debilitada alma

Implora exaltação

A dor é impiedosa

Sorri na solidão

Onde deixa de florescer camélias

O sol não tem perdão

A lua inadequada chora

Lamenta fria condição

Alma, deflagrada alma

Estende-se mãos vazias

Devora a própria condição...


Cláudia Aparecida Franco de Oliveira

Recreio do Bandeirantes

Rio de Janeiro

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Interagir com o Cósmo


Momentos de reflexão!

Onde alma entra na interação fluídica, posso perceber meu corpo etéreo pairar
Consigo verificar tudo a minha volta, móveis, objetos, até meu corpo, massa densa ali depositado com batimentos cardíacos lento.Mas há um fio vital que me liga à ele, quase imperceptível, mas está, começo então a viagem, não preciso de veículo, consigo me locomover apenas com pensamento, volitando entretido saindo fora da casa, indo por entre árvores, posso avistar o Mar com ondas cintilantes sob os refletores, e brilho das estrelas visão maravilhosa, estonteante, e lá permaneço por alguns momentos, derrepente como num estalar de dedos, estou já em outra esfera, um campo, flores, grama verde, e uma mata ao fundo, incomparável beleza, haviam pessoas alí, mas não pareciam importar-se com minha presença. Mais um impulso e estou fora da terra, vejo sua cor azulada, toda azul inimaginável sensação, estrelas piscando como holofotes, a realeza é tão grande que penso que posso tocá-las, e posso, se usar a força do pensamento poderei estar entre elas. Maravilhosa sensação, magnifica experiência, e num momento sinto ser chamada ao regresso, de uma forma rápida vejo meu corpo e retorno dando à ele a vitalidade que necessita para o despertar.E com essa maravilhosa experiência noturna acordo, vou até a cozinha aqueço chá no microondas, ligo computador e com a nitidades do momento vivido abro minha página do recanto e escrevo, relato o feito de minha alma volitante na madrugada.Acreditem se quiser, eu tenho plena convicção do fato!


Cláudia Aparecida Franco de Oliveira
Recreio dos Bandeirantes
Rio de Janeiro

terça-feira, 8 de julho de 2008

Quero amar você!


De um jeito interessante

De menina/amante

Com todo meu prazer


Quero amar você!

Como se fora hora

De partir/chegar

De uma forma estonteante


Quero amar você!

Com brilho dos meus olhos

Refletindo nos teus

Com minhas mãos atrevida

Peculiar de adeus...


Quero amar você!

Dia/noite...beijos/açoites

Em desejos, meu e teu

Por todos os meus poros

Desbravando mares meu!


Quero amar você!

De um jeito singular

Forma deliciosa de amar

Desvendando o teu Eu


Quero amar você!

Com toda sua particularidade

Com toda tua ansiedade

E porque não nossa vontade

De ser somente sua/meu!


Vou amar você!

Envolvida nestes teus braços gostoso

Com esse sorriso maroto

De um jeito teu/meu.


Cláudia Aparecida Franco de Oliveira

Recreio dos Bandeirantes

Rio De Janeiro

domingo, 6 de julho de 2008

Noite calma


Mágica sensação

Ares da madrugada

Clima de sedução

Sem ser hora programada

Toques seculares

Vida na ponta dos dedos

Brisa ao despertar

Olhares e gestos sem medo

Magnifica experiência

Magia, carinho, aconchega.

Palavras doces, pairam no ar

Todo envolvimento peculiar

De corpos navegantes sem mar

Delicada emoção

Braços e abraços ardentes

Como num só estar

Doce Menino-Homem de sonhos

Deixa tua presa, represar

Cala o coração em beijos

Deleita os mais raros desejos

Sorri num grito exemplar

Dorme, inerte em paz

Desperta o Menino-Homem

Porque o sol já deleita sobre teu mar...


Cláudia Aparecida Franco de Oliveira

Recreio do Bandeirantes

Rio de Janeiro, 6 de julho de 2008

sábado, 5 de julho de 2008

lembranças


Cala-me saudades

De sentimentos profundos

De amor reclamado

Desejos acordados

Beijos apaixonados

Abraços apertados

Mãos entrelaçadas

De amar na madrugada

Segredo, secreto, desejos...

Doce quarto como testemunha

Delicioso e completo amor

Lábios procuram

Olhares passionais

Corpos em maresia

Bailam como profissionais

Ao som do clássico amor

Nesse Amor-amar!

Cala-me coração...

Recordo-te devaneio pensamentos

O som do mar arredio

Amor, secreto Amor

E em nós nada mais que solitários pensamento...


Cláudia Aparecida Franco de Oliveira

Recreio dos Bandeirantes

Rio de Janeiro

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Anjo Adormecido


Ar de criança Sonhos de homem

Desejos de menino

Amar e ser amado

Carinho único e acarinhado

Sonha doce homem-menino

Procura tua vida encontrar

Almeja um amor único chegar

Dorme e descansa homem-menino

Aguarda este dia, e chegará

E enquanto este não vem

Sonha homem-menino

Com braços de alguém

Noite de amor sem fim

Na segurança de amor-amar

Realizando teus árduos desejos

A espera do dia clarear

Ah! ...belo homem-menino

Este teu sonhado momento vai chegar

Onde teus sonhos estarão presentes

E tua vida num breve amanhecer será

Terá brilho e raios de sol

Será cintilante com estrelas e luar

Um amanhecer radiante, e um entardecer à te encantar

Em tudo que mais desejas, amor-amar

E assim olhando-te, homem-menino

Fez-se o meu poetar


Texto com som:



Cláudia Aparecida Franco de Oliveira

domingo, 29 de junho de 2008

Por Amor


Por Amor, te dei a vida.

Por Amor, te embalei noites de choro sem dormir

Por Amor, te amamentei com olhares carinhosos, contornando com a ponta dos dedos teu rostinho até dormir.

Por Amor, contigo apavorei-me quando estavas doente, e te carreguei nos braços, corri arrumando forças para te salvar de um breve desfalecimento.

Por Amor, acompanhei teus primeiros passos, e tua palavra dizendo mamã.

Por Amor, acompanhei tua evolução, escola, descobertas, travessuras e ferimentos...

Por Amor, acompanhei teu sofrimento quando estavas longe, e sonhávamos tua volta, e assim se fez!

Por Amor, crescemos juntos aprendemos com os erros e as revelações.

Por Amor, acompanhei-te na adolescência, descobertas e deslize, procurando se encontrar, te encontrei, com Amor!

Por Amor, Abri mão de minha vida e sonhos para cuidar e estar perto de você, e com Amor te ajudar!

Por Amor, sofri desilusão de uma vida não minha, mas por você decidi ficar.
Por Amor, vi você amadurecer, embora ainda com teus conflitos, mas seguro no saber e no querer.

Por Amor, e só por Amor estou longe mas sempre cuidando de você, e pedindo aos Anjos que protejam e o acompanhe.

Por Amor, estou com olhos marejados, lembrando uma vida inteira até seus 18 anos e com a certeza filho amado e querido ninguém, mais ninguém mesmo, neste mundo vai amá-lo tanto quanto Amo você!

E sempre, por Amor filho, estarei longe-perto de você!


Cláudia Aparecida Franco de Oliveira

Recreio dos Bandeirantes

Rio de Janeiro, 23 de junho de 2008


sexta-feira, 27 de junho de 2008

Executar!!!


Como é incrível o ser humano, passamos anos de nossas vidas ao lado de pessoas e estas não tem capacidade de nos conhecer, ou até mesmo nos enxergar, aí nestes trajetos da existência de nossas vidas, à tecnologia, o modernismo, era dos digitalizados internautas, encontramos pessoas, mundos diferentes, vidas opostas, mas pessoas com a capacidade através de palavras ou até mesmo de fotos, conhecer nossas almas, coração, à sensibilidade que há em nós, o que carregamos por dentro. O que esperamos das pessoas? Acho que natural ou não, isso prova a faculdade que possuímos, não somos paranormais nem extraordinários, somos pessoas com conhecimento que nos é dado à muito, e nós ainda não sabemos como usar, os poucos que sabem traduzem, e assim acontece com os chamados especiais, os dotados, que a meu ver são pessoas que executam aquilo que vieram determinados à cumprir, não importa o meio, nem o veículo, o que importa e cumprir sem titubear, e sem entender, apenas pela lei do executar!


Cláudia Ap F Oliveira

Recreio dos bandeirantes

Rio de Janeiro20/06/2008


segunda-feira, 23 de junho de 2008

Um dia de sol


Areia branca

Mar calmo

Banhistas por todo lado

Amor como sentimento

Sol escaldante

Nada e tudo, como antes...

Desejo solto no ar

Recordo clássicos momentos

Quando havia comunhão de pensamento

Você páginas descartáveis

De amor que seria interminável

Alma de minh'alma a desejar

Não importa tempos se vão

Sonhos nunca são constantes

Um dia fomos amantes

Hoje cinzas de um falso querer


Cláudia Aparecida Franco de Oliveira

Recreio do Bandeirantes

Rio de Janeiro, 21 de Junho de 2008

domingo, 22 de junho de 2008

TUA PRESENÇA


TUA PRESENÇApor Claudia Aparecida Franco de Oliveira, 23 Junho 2008


Com quarto na penumbra,

Percebo teus olhos.

Um leve toque de suas mãos,

Como se quisesse dedilhar cada

Cada centímetro do meu corpo.

No aconchego dos lençóis

Percebo tua presença.

E teu respirar ofegante

Mãos entrelaçam,

Como se quisessem

Desvendar mistérios.

Afoitas com... e desejosas

Lábios unem-se e procuram

Húmidos e passivos

Palavras soltasBraços, e braços

Destemido deixam transparecer

Magia transcendental

O quarto embebecido de prazer

E como se fossemos de ultima hora

Aterrorizado no desejo.R

efaz-se à calma

E no quarto tua presença ainda a entorpecer.


Cláudia Aparecida Franco de Oliveira

Recreio dos Bandeirantes

Rio de Janeiro 22 de Junho de 2008

sábado, 21 de junho de 2008

Sonho?


Caminho entre estrelas

Em noite de luar

Ando sob águas

Ondas do mar

Com tons de cinza e verde

O sol veio me felicitar

Planetas estão em festa

Saturno deu brilho a seus anéis

Mercúrio coloriu o ar

Lua prateou o céu

Via-Láctea desceu no chão

Fez caminho de estrelas cintilantes

Júpiter pagou a conta

Da festa do Céu e do Mar

Terra entrou de sola já que hospedava a galáxia que estava a festejar

Festa de planetas em alinhamento

Que sejam então bem-vindos

Todos querem comemorar

Alegria de nossa galáxia

Até buraco negro está presente

Todos numa só comemoração

Felizes com nossa união

Um universo de prazer

Lua e Sol, Ondas e Mar

E um Cósmo inteiro

Pára com sabedoria

Por Mim e por Você

Será sonho?


Cláudia Aparecida Franco de Oliveira

Recreio do Bandeirantes

Rio de Janeiro 20 de junho de 2008

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Escorregando no mundo


Tentando chegar mais cedo

Olhando a vida sem medo

Com o mundo de ladinho

Desci como escorregador

Tentei elaborar um esquema

De achar na vida um tema

Vendo...o mundo assim de ladinho...

Pensando em descer rapidinho

Desse mundo inclinado

Procurando ter cuidado

Para não derrapar na descida

Dessa forma estaria perdida

E o mundo seria perigoso

Teria um acidente terrível

Dele comigo!

Seria manchete nos jornais...

O mundo não teria paz

Seria o principal suspeito

De um ato incondional

Homicídio culposo

Deste acidente fatal

Escorregando do mundo!

Caindo num buraco sem fim

Sendo salva por um herói de ultima hora

Abrindo seus braços ao vento

Segurando-me firme e sem pensar

Fui eu salva nesse exato momento

Porque o mundo...ah o mundo, estava fora de Lugar!


Cláudia Aparecida Franco de Oliveira

Recreio dos Bandeirantes

Rio de Janeiro19 de junho de 2008

quarta-feira, 18 de junho de 2008

O que dizer?


O que dizer?

O que pensar?

Se foi bom!Se foi verdadeiro!

Se terei saudades!

Se foi maldade!

Ou brincadeira de amar!?

Se sonhar!

De querer!

O que dizer?

Pergunto ao Mar!?

As estrelas,

Ou ao luar!

Como seria essa forma de Amar?

Seria medo!

Haveria um sonho!

Teria segredo!

Nessa forma de Amar

O que dizer?

Ah! como eu queria saber!?

Seriam respostas vazias?

Sob a luz do dia,

Ou o sol que queima ao meio dia!

E o mar cheio e belo,

As ondas que quebram na areia!

A solidão da praia?

O que dizer?

O que pensar?

De tudo que foi o sonhar...ou brincar de Amar!?


Cláudia Aparecida Franco de OLiveira

Recreio dos Bandeirantes

Rio de Janeiro


terça-feira, 17 de junho de 2008

Laboratório de palavras


Num emaranhado de palavras

Que saem sem sentir

Escreve a sensação

De letras sobre soltas

O que sente o coração

Pensa...que pensa!

Escreve sem cessar

Brinca e baila

Entre letras, e frases formar

Jogo de letra

Em uma verdadeira fusão

Vai para cima, para baixo

Escreve ensina ilusão

Torna o ar de forma

Mistura tudo como química e composição

Destila todo suco de condimentos

Tempero de sonho e amor

Quando algo sai errado, o que é de esperar!

Escreve palavras nuas, desenvolvidas em lamentos

Na composição de veneno entorpece ...

Mas com jeito do químico responsável transforma

O fel palavras e arte e valor

Esse laboratório constante

Que não pára de compor

Escreve que escreve...

Baila sobre palavras jogadas no ar

Como átomos, prótons e nêutrons

E justifica o sentimento

Do Químico Poeta

E vibra em Obra Prima

Construindo raro sentimento

Único, real, maravilhoso

No laboratório de palavras do Autor!


Cláudia Aparecida Franco de Oliveira

Recreio dos Bandeirantes

Rio de de Janeiro

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Raios da alma


Sensível alma

Doce olhar

Escusa o medo

Segredo de amar

Domina os sonhos

Horizontes de pensar

Descobre caminhos

Do "Ser" sonhar

Olhos cor de mel

Denomina destino

Busca à verdade

Do homem menino

Janela da alma

No mar de sentimentos

Como raio de sol

Descobre livre alma

O amor como anzol

Expressivo olhar

Distante se faz

Busca o sonho

Busca o amor

Desejos de amar...


Cláudia Aparecida Franco de Oliveira

Recreio dos Bandeirantes

Rio de Janeiro

Pensamientos tristes


Sen tiempo...señora!

Asi me voy, vengas!?

Del amar sin miedo en seguridad

Baila cálidos deseos

Donde reflete raios del sol

Cambiando la alma tu vivir

Ansia do mejor

Del soños de niña

Regalarme el destino

Diante del muchas páginas

Cambiando uno versejar

Sucumbir en corrientes maritimas

Soñar ser una sereia, milhas e milhas nadar

Mirando tons de verdes del mar

Degustame el soñoYo tan triste asi

Tu tan distante de de mi

Soy mas que amantes

Eres mas que distante

Agraga uno deseo só

Ojos en horizontes

Un vago pensamiento

Una mirada distante, muy distante...


Lendo o meu poema publicado ontem pela primeira vez verifico que poderia ter sentido as frases sendo lidas de baixo para cima, assim resolvi republicá-lo dessa forma mas traduzido para Espanhol.

A tradução foi feita por mim.


Cláudia Aparecida Franco de Oliveira

Recreio dos Bandeirantes

Rio de Janeiro

domingo, 15 de junho de 2008

Triste pensamentos


Um olhar distante

Um vago pensar

Olhos ao horizonte

Pares de um desejo só

Somos mais que distante

Somos mais que amantes

Você tão além de mim

Eu tão triste assim

Devora-me o sonho

Olhando tons verdes do mar

Sonhar ser sereia e milha e milhas nadar

Sucumbir em correntes marítimas

Em busca de um versejar

Diante de tantas páginas

Prepara-me o destino

De sonhos de menina

Anseios do melhor

Busca a alma a vida

Onde reflete raios de sol

Dança cálidos desejos

De amar sem medo ou demora

E assim vou ou vens

Sem tempo...Senhora!

Cláudia Aparecida Franco de Oliveira

Recreio dos Bandeirantes

Rio de Janeiro


sexta-feira, 13 de junho de 2008

Meu Amor Além Mar


Sentada diante de exuberante beleza

Eleva-me o pensar

O que faz você agora?

Sonha com meu sonho!

Em meio a papéis e canetas

Eu, entre areia sol e mar

Sob guarda-sol e calor escaldante

Vendo este meu mar bravio

Recordo tua expressão facial

Ondas borbulhantes brancas como a neve

Sinto tua forma de querer

Sonho de momentos alegres

Descontraídos entre mim e você

Recordo tempos outrora

Onde desejamos o nosso querer

Sem saber as surpresas da vida

Que tão longe-perto, estaríamos eu e você

Agora mesmo que distante

Separados por um mar que parece não ter fim

Você mora ali na esquina do pensamento,

Onde com certeza, estás em mim e eu em você!


Cláudia Aparecida Franco de Oliveira

Recreio dos Bandeirante

Rio de Janeiro


Sonho ,Sol e Mar


Olhos sob olhos

Toque de mãos

Vagos pensamentos

Arte no horizonte

Sonho sob sol do mirante

Águas cristalinas do mar

Tons de verde com azul céu

Você meu deus Ébano

Doce encanto de prazer

Amor um sonho de estar...

Espero e sinto teus desejos...

Aceito...meu sol, minha terra, meu mar

Todos teus anseios de brilhar

Aceito, ser tua sem pestanejar...


Cláudia Aparecida Franco de Oliveira

Recreio dos Bandeirantes

Rio de Janeiro





domingo, 25 de maio de 2008

Gotas de suor


Laços em meu laços

Mãos que revelam

Sonhos que animam

As gotas que exalam

Sol, céu e mar

Onda que brotam desejos

De ser, ver e estar

Armas de amor e paixão

Noites em vão de prazer

Beijos tornam-se açoites

Filhos de um vasto querer

Somos momentos de gloria

Alinha-se estrelas no céu

Fome, e somos movidos de vida

Vida de uma mar azul

Castiga indefeso ser

Como céu, o desejo

Noites e noites de prazer


Cláudia Aparecida Franco de Oliveira

Rio de Janeiro

24 de Maio de 2008

sábado, 24 de maio de 2008

Estranha Loucura


Magnata do ser

Assim se faz

Como barco flutuando Longe se vai

Ah!...se eu fosse terrafogo e ar

Seria também liberta do medo de buscar
Seria eu, a consciência do ser?

Seria eu, a realeza do mar?

Não importa o que sou!?

Só sei que tenho muito a falar

Ser ignorante do prazer

Deixa teu povo viver
Sai fora de teu famigerado pedestal

Esqueces que és um ser normal

De surto em surto você faz sua lei

Fala, libera, e destroi teus suditos

Você desacertado Ser!

Impõe tua regra de poder

Ser...desesperado Ser!

Pensa, no mal que estás à causar
São teus filhos, que estão à sofrer

Destruidor dos Sete Mares

Pensa no que esta à fazer!

O que já fez não tem volta

Conseguiu tirar o poder

Não importa, longe , mas perto estou

Daqueles que deixei por amor

Amor com amor, se paga!

Você, pena!

Deste pra ti nada restou

Agora segue teu rumo

Deixa filhos de Deusa em paz

Procura corroer tua ira

Do mundo o que te resta

Só Deus é o Senhor!


Cláudia Aparecida Franco de Oliveira

Rio de Janeiro

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Despertar da manhã


No despertar da manhã

Um pensamento manifestastar a seu lado

Seria uma festa

No sonho de criança

Que brinda sorridente

Olhos de menina

Coração acariciado

Por um cavaleiro solitário

Que encontrei do outro lado

Esperanças de ser feliz

Sorri o jovem

Ao olhar diante da tela

Alegria em si

Ouço o mar raivoso

Manifesta a vontade

De sair em seu encontro olhar o horizonte

Pensar que você mora do outro lado

E no sonho de menina

Imaginar teu sorriso

E caminhar com você ao meu lado...


Cláudia Aparecida Franco de Oliveira

Rio de Janeiro

Até sempre


E derrepente do nada, como por encanto, ela sai da tela do virtual e vem ter com ele, passa então a fazer parte de seu dia, com horas de conversa, e ainda mais o encantamento se faz presente podendo observar um ao outro, na cumplicidade de suas palavras e pensamentos...E cada vez mais o pensamento e o desejo de estar juntos torna-se uma consequência, com frase e coloquial poético, o encantamento se solidifica, tornando assim o ser, em um ser apenas.A cada momento a certeza, e cada certeza o momento...mágico envolvente refletindo dentro de dois seres, o especial de ambos, a troca de olhares, o toque das mãos, à suavidade dos sonhos, e disponibilidade do coração e desejo, à vontade corpo...e docilidade da alma , faz o momento real de encontro e a fragilidade do amanhecer, refletindo assim...à alma e o corpo, em um só instante do até sempre, ser eterno...


Cláudia Aparecida Franco de Oliveira


Rio de Janeiro

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Peso


Alma cativa

Retalha o véu

Sonho bandido

Chora o mel

Pássaro cativo

Ferida alma

Mas um sonho bandido

Contem a calma

Laços de carne

Invoca o desejo

Tranquila alma

Reluta o medo

O medo do nada

Por parte a fazer

Desejo de falha

Dilacerado, Ser!

Ah...corre o tempo

Sem nada fazer

Pasta de massa humana

Detalhes do prazer

Chora peito calado num grito sufocante de horror

Despede de fonte viva

Deixando de lado o sonho

Passos em passos, o que fazia por amor!


Cláudia Aparecida Franco de Oliveira

Recreio dos Bandeirantes

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Lágrimas


Cercam o firmamento

Precipitam o lamento Instigam o interior.


Confundem com a mente

Proliferam o inconsciente

Do Ser superior


Animal ferido

Por medo, solta grito

Atenua o pavor


Ingênua situação

Sente falta do furor

Alivia o Amor


Precipita à ilusão

Ah! instigado Ser!

Chora, lamenta


Adormece...

E do nada manifesta

No terror da madrugada


Como lixo na calçada

Espera, retrata, o extenso pavor!


Cláudia Aparecida Franco de Oliveira

Rio de Janeiro

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Beijo Roubado


Lançado desafio

Meu beijo é diferente

Aceito o ato Tudo flui derrepente

Preparo-me para noite sem saber como vai ser

Começa à música
Meu corpo a mexer

Dança que dança

Ao som de Dj

Baila balança

Libero minha lei

Um passeio pelo local

Por ti sou abordada

Entre luzes e refletores

Você e eu posicionados

No toque perfeito

De lábios e beijo,

No rosto...

E do nada acontece, sou ousada, roubo-lhe um beijo

Beijo de apaixonados

Com gosto de quero mais

Tivemos outra chance

E outra noite se faz

Com beijos de amantes...
Cláudia Aparecida Franco de Oliveira
Rio de Janeiro

terça-feira, 6 de maio de 2008

Eu choro!


Por cada vida que sinto que parte

Por cada filho que perde sua mãe

Por cada amor desfeito

Por cada beijo que não dei

Por cada lágrima que derramei

Por cada sentido que não tive

Por cada criança que vi morrer

Por cada sonho que não realizei

Por cada partida, que não cheguei

Eu Choro!

Por todas às vezes que te beijei

Por ter saudades do que passei

Por cada por de sol que não vi

Por cada lua que deixei

Por cada passo que dei ou que deixei de dar

Por ter errado muitas vezes..e outras ter tido acerto!

Por falta de objetivo e por ter em excesso

Por falar teu nome quando estou só

Eu choro!

Pela falta que você me faz

Pelo cheiro de tua pele nuaP

elo olhar de tua vontade nítida

Pela vontade de tua vida.

E por toda despedida...eu choro!


Cláudia Aparecida Franco de Oliveira

Rio de Janeiro

terça-feira, 22 de abril de 2008

Ainda


Busco-te em meus lençóis macios

No tocar de minha pele

Na direção do meu olhar

No calor de minha mão entrelaçadas

No calor de minhas noites frias...

Em minhas noites mal dormidas

Em minhas lágrimas de saudades

Nas minhas lembranças de momentos contigo

Na imensidão de meu quarto vazio

Na porta entre aberta
Busco-te...

Na minh'alma que vai em sua direção!


Cláudia Aparecida Franco de Oliveira
Rio de Janeiro

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Teu Sorriso


Algo assim de mágico

Por mais que me encontre maluca

Vejo teu sorriso..e tudo muda

Teus olhos brilham

Como é gostoso de olhar

Sentir alegria vindo de você

Em pensar que vida foi cruel conosco

Me separou de você

Não me canso de Pedir a Anjos que te proteja sempre à cada minuto de sua vida
Que olhem e guarde você para mim já que estou tão longe e não posso te abraçar, te proteger

Como a vida foi cruel comigo e com você

Tirou-me o que mais dava sentido à minha vida

Estar à seu lado

Preparar teu café, teu almoço

Procurar saber onde você está e com quem você sai

Não posso explicar com palavras o que é sentir à sua falta

Como foi bom estar aí estes dias passados e ouvir você dizer Mãe

Mas foi pouco, tenho minha vida agora e estou longe de você, mas perto do coração, da mente, guiando com meu pedidos ao Cósmo pelos teus passos, que você saiba sempre decernir o certo e não vereda pelo erro, inexplicável à crueldade da vida e das pessoas.

Mas nada mais posso fazer a não ser estar aqui e olhar pra sua foto, e pedir como todo amor que uma mãe sente anjo esteja com você te guardandoFilho mamãe...está longe mas perto de você, Longe-Perto de Você

Esse é o amor Maior da vida esse meu querido que sinto por você,

Meu querido Filho Gabriel!


Cláudia Aparecida Franco de Oliveira

Dor


Estilhaço do ser

Come, corrói

Alimenta minha tristeza

Dor, terrível dor!

A muito não sentia tamanho revolta de meus neurônio

Triste cruel sina!

Entregue a uma dilacerada manifestação do corpo

Será que inconsciente não denota a rejeição?

Incrível, ter que sentir isso tudo e nada poder fazer, pois não há analgésicos que vença

Mas resisto tento manter à sanidade

A dor resiste, e quer maltratar


Cláudia Aparecida Franco de OliveiraRio de Janeiro

domingo, 20 de abril de 2008

Ausência


Um instante de desejos

Triste liberdade

Uma facilidade em amar

Encanto prazer

Alma canta

O amor, sonha com amar...

Estar na procura de tua vida

Triste ausência de ti

Deixo o ar e aroma de teu cheiro dopar-me

Quando o Ser em mim é teu Ser!

Te pede no escuro de meu quarto

Preciso dizer que amo!

Tanto quanto preciso de ti

O Ser ausente de meu lado é transeunte

Ser em ti

Assim sou eu...e sem você!


Cláudia Aparecida Franco de Oliveira

Sua Majestade


Imponente sou

Desbravo horizontes

Do simples espaço sou mestre

Honestamente vivo!

O que não me pertence,

Devolvo!

Mas minha soberania prevalece

Sou, vim e vou!

Torno-me belo mesmo nervoso!

Acaricio quando acho que devo

Mas minha sabedoria permanece

Numa beleza incomensurável!

Te tenho, te quero ,te acho e te dou!

Sou sua majestade sou amor

Sou Mar de todas às ondas

De todos os banhistas

Marujos e pescadores

Navios e regatas

Barco e fragatas

Mar de muitos amores...


Cláudia Aparecida Franco de Oliveira

Inocencia


Busca os sentimentos

Faz pacto com o momento

Lapso de ontem

Brincadeiras de crianças

Com ares de manhã

Delicado ser inocente

Na vida acha-se destemido

Por ser recheada de sonhos...

Alegres, raros e tristonhos

Com sentimento de ser passado

Menina querida, mulher...

Tira da vida sua bravura

Solta na inocência e segura...

Menina, sonho de mulher.


Cláudia Aparecida Franco de Oliveira

Furia, Saudade e Calma!


Caminho entre cristais e sais

Olho o horizonte se perde

Prossegue o tempo

Conflito de pensamento

Inerte sou em fases

Em busca destes mares

Busco por ti

Parte amor!

Outra dor!

Próxima vida

Dona de mim

Canção de ondas no Mar

Canção de sonhos no ar!

Canção cósmica embala

Assim sou eu vendo jogo da água que beija a areia na praia

Luz do caminho na existências de cada um

Som de cristais tinindo

Com fonte de vida

Como a deusa do Mar!

Caminhando por ondas e superfície

Onde o tempo reflete o espelho da alma

Fúria, saudade e calma...

Espelha o desejo do ser!

Mar o Amor o Eu em Você!


Cláudia aparecida Franco de Oliveira

Teu olhar


Deixo esquecido, caminho paciente, passo pela janela, aqueço meu pensamento, recordo meus sonhos, literalmente espero por vocêOutra vez pensamento à distância, retorno ao ponto de partida, abro a porta e tudo continua, busco através dela teu olhar, e no vazio do sentimento, baixo a cabeça, dirijo-me novamente à janela, à cortina esvoaça com a brisa do Mar, e só assim percebo que você não passa da minha mente, que busca desesperadamente o amor encontrar, e você é o amor que aqui não está!


Cláudia Aparecida Franco de Oliveira

sábado, 19 de abril de 2008

Adentrei aquela porta


Um grande salão, eu com longo em tom azul bem claro, Um belo vestido feito pelas mãos de fada da minha tia Mary, na cabeça um chapéu e tule da mesma cor do vestido, e assim adentro essa porta, passo pelas escadarias, mais uma porta se abre lá esta um homem alto muito bem trajado e muito belo, e uma Orquestra tocando valsas, ele vem em minha direcção, toma-me às mãos, e saímos rodopiando por esse salão, embalado em valsas da época, de Grandes Mestre do Clássico, e vamos noite a dentro num bailar que deixou marcas em nossas vidas, depois quando tudo termina, calmamente ele leva-me até a porta principal da casa beija-me as mãos, chama o cocheiro, entro na minha carruagem, ainda recordo-me os olhares triste de Adeus, dele e o meu.

Isso data de mais ou menos 1886...Depois disso nunca mais o vi!


Cláudia Aparecida Franco de Oliveira

MIrada


Su mirada permanece en mio ser

No puedo hablarte

Perdóname mio corazón

Una felicidad de mi cariño

La preciosidad de tus ojos

Cambiando mi persona

Ca lame cuerpo

Delinea tus deseos

Cariño con tus besos

Habla me muchos

Perdoname tu do

Mio amor

Mi vida

Mi felicidad

Mio corazón apasionado


Claudia Aparecida Franco de OLiveira

Fascinio


Entre passos e olhares

Um olhar 48 ou 36

Miro mio precioso

Un cariño perfecto

Teus olhares sem jeito

Outros sem graça sem

Fitas na calçada

Lentos passos caminhando

Mira con tu mirada

Uno con tu deseo

Passas com graciosidade

Menino ou homem

Fala-me o impulso

Meu menino confuso

Miro con tu mirada

Habla-me con tu do e nada

Rio 40 graus

Toca-me com tuas vontades

Cabiendo con tus deseos

Miro tus ojos verdes

Mi dulce moreno

Del Rio 40 graus



Claudia Aparecida Franco de Oliveira

Crueldade


Teus irracionais pensamentos

Teu irracional comportamento

Tuas mirabolantes manias

Teu lapso de sentimento


Cruel!

Tua inverdade constante

Tua falsidade permanente

Tua falta de cultura e discernimento


Cruel!

Tuas manias

Tua hipocrisia

Tua irritabilidade


Cruel!

Tua personalidade medíocre

Teu des-amor

Tua falta de compaixão


Cruel!

Você, simplesmente cruel!


Cláudia Aparecida Franco de Oliveira

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Sonho de viver nesse mar (Título dado por Sammy)


Olhar esperto

Conhece a onda

Como se pairasse no ar

Cobre a onda com toda graça

Menino de raça

Brinca, sonha, desliza

Brinca, brinca, ah!...menino

Encantador sonha com manobras

Sem esperar o depois

O menino desliza no Mar

Entre ondas e canudo...

Surfista que começa experimentar

O sonho de viver nesse Mar



Sentada de frente ao Mar, chega grupinho de 6 garotos o mais velho deveria ter 8 anos, pranchas na mão, começaram a fazer manobras pegando ondas próximas a praia, então, observando os meninos veio inspiração.

Cláudia Aparecida Franco de Oliveira

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Ah!..esse amor


Que move a genteE deixa contenteCom ar de boba
Ah!...o que ama e explode em beijos

Desperta desejos

Delicia de fato esse amor em pedaços
Ah!...esse que entrelaços dedos

Que acaricia o pensamento

Que instiga o sentimento
Ah!..esse amor!

Que navega o destino

Caminha em desalinho

Brinca com furor
Ah!...esse malvado amor!

Corresponde ao meu carinho

Não me deixa sozinha

Sonhando com você
Ah!...que amor é esse?

Brinca de ser criança

Sorri,vibra, dança

Torna-me feliz
Ah!...esse amor!

Olha minha alma

Estende a mão

Agarra-me com um beijo

E mergulha assim em desejos

Porque esse é meu amor!


Cláudia Aparecida Franco de Oliveira

Meu Amor


Me enche de graça
Brinca faz pirraça
Diz que gosta de mim!
Sonha comigo
E com ar de safado
Sorriso sacana
Me chama de Gata Chata!
Esse meu amor!
Charmoso!
E que delicia ter você!

Cláudia aparecida Franco de Oliveira

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Mio pensamiento


En ti debo mi soledad

Con tigo siente la vida

Por ti hablase la gana

Quiero te ampulosamente

Quiero te ahora

Quiero te siempre

Ámame con todo tu amor

Ámame por toda la vida

Ámame con tu capacidad

Ámame por la eternidad

Hablase por tu sueño

Hablase por tu deseos

Hablase por tu amor

Àmame, soy tu

Soy tu amor para siempre!


Claudia Aparecida Franco de Oliveira

Até um dia


Quem sabe?

O tempo passe!

As voltas do mundo

O chão acabe

Quem sabe?

A saudade finda

Desfaça-se a senha

De coração triste!

Um dia se vai

O tempo encarrega

A vida segue

Sem porta ou portão

Então o tempo passa

O presente âncora

E assim retorna tudo

O tempo em vão...


Cláudia Aparecida Franco de Oliveira

Ralatos da minha Paixão


Pele nuaFolhas seca

Olhos maroto,boca que beija.

Doce veneno

Louco moreno

Como passado,

Não importa o futuro

Começa o sonho

Liberta-me alegre e risonho

Meu doce divino moreno

Passo com passos e desejos

Te dou minha graça e beijos

De tua pele morena agarro-me nesse teu veneno!


Cláudia Aparecida Franco de Oliveira

Menino malandro


Olhos marotos,

Brisa do mar.

Sonha liberdade...

Liberta-se da saudades.

Nas ondas do mar matreiro

De olhares em olhares ligeiro

Deixa-me sonhar...

Com seu corpo,mostra seu desejar.

E com você menino homem,

Façam em teus braços sonhar...



Claudia Aparecida Franco de Oliveira